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O Ibovespa fechou em forte alta nesta quarta-feira (21), renovando a máxima histórica pelo 2º dia seguido e encostando nos 172 mil pontos, em movimento puxado principalmente por fluxo estrangeiro, com ações blue chips como Itaú Unibanco e Vale renovando seus topos históricos.
O otimismo foi reforçado pelo recuo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação às ameaças de impor tarifas como alavanca para tomar a Groenlândia.
O Ibovespa encerrou o pregão em forte alta de 3,33%, aos 171.816,67 pontos.
Apenas neste pregão, foram superadas pela primeira vez as marcas de 167 mil, 168 mil, 169 mil, 170 mil e 171 mil pontos. A mínima do pregão foi registrada na abertura, quando o Ibovespa marcou 166.277,91 pontos — na máxima do dia tocou 171.969,01 pontos.
O volume financeiro somou R$ 43,32 bilhões, bem acima da média do ano, de R$ 28,99 bilhões.
Já o dólar fechou a quarta-feira em baixa firme ante o real em meio ao recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior e ao fluxo de investimentos estrangeiros para a bolsa brasileira.
O dólar à vista encerrou o dia com recuo de 1,10%, aos R$ 5,3209 — menor cotação de fechamento desde 4 de dezembro de 2025, quando atingiu R$ 5,3103. Em 2026, a divisa acumula queda de 3,06%.
Luersen reforçou que questões globais macro, em especial geopolíticas, têm promovido uma saída significativa de capital da Europa e dos EUA. “Esse movimento de saída para mercados emergentes começou e veio para ficar”, acrescentou.
No cenário eleitoral, os investidores também repercutem a primeira pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente em todos os cenários de primeiro e segundo turnos testados pelo instituto. O levantamento aponta ainda que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF) registram a mesma diferença em relação ao petista em uma disputa direta: 49% a 45%.
Fonte: CNN Brasil




