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O Brasil assumiu metas ambiciosas para conter o aquecimento global — e a Petrobras coloca peso nessa transformação.
Responsável por 31% de toda a energia consumida no país, a companhia quer, no mínimo, manter essa relevância até 2050, ampliando o uso de fontes limpas e reduzindo emissões, sem abrir mão da segurança energética que sustenta o desenvolvimento econômico e social.
A estratégia segue um princípio que ganha força no mundo: transição energética justa. Isso significa avançar para uma economia de baixo carbono sem deixar ninguém para trás — garantindo acesso à energia, geração de empregos, competitividade industrial e crescimento sustentável.
O plano envolve ampliar investimentos em renováveis, biocombustíveis, captura de carbono e soluções baseadas na natureza — além de usar sua capacidade logística, tecnológica e financeira para impulsionar a descarbonização em diversos setores.
A empresa é a que mais inova no país com mais de 1.400 patentes ativas. E continua avançando. O objetivo é gerar um ciclo positivo na economia: inovação, redução de desigualdades, combate à pobreza energética e mais qualidade de vida. Isso é uma transição energética justa. E é justo que seja liderado por uma empresa brasileira.
Fonte: metropoles




