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A Petrobras, em uma mudança estratégica, está revisitando a venda de refinarias, mas os obstáculos são mais complexos do que aparentam. Além de persuadir os compradores a recomprarem os ativos, a estatal enfrenta a necessidade de garantir preços mais baixos, sob o risco de litígios com o Tribunal de Contas da União. A revisão afeta as vendas já concluídas, como a Refinaria de Mataripe, e enfrenta resistência, com multas e disputas judiciais em jogo. A aprovação do Cade é crucial, enquanto a recompra da Rlam, na Bahia, levanta preocupações devido ao curto intervalo desde a venda. O caso recente da Lubnor e contestações na SIX acentuam a complexidade desse recuo estratégico.
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