Foto: Reprodução da Internet
A ascensão dos carros elétricos ameaça a indústria de combustíveis, mas a Raízen, líder na produção de etanol no Brasil, sob a presidência de Ricardo Mussa, está investindo mais de R$ 1 bilhão em cada uma das nove usinas dedicadas ao etanol de segunda geração, extraído do bagaço da cana.
Desafios e Estratégias: Raízen destaca o momento favorável da empresa, líder global em produção de etanol. Enfrentando o desafio de entregar crescimento, a companhia aposta no etanol de segunda geração, visando aumentar a eficiência e reduzir emissões.
Expansão e Mercado: Com duas usinas de etanol de segunda geração em produção e cinco em construção, a Raízen já comercializou o produto de nove plantas, demonstrando confiança do mercado. Mussa destaca a vantagem do etanol de segunda geração na Europa, não competindo com alimentos.
Custo e Sustentabilidade: O custo de produção das plantas de etanol de segunda geração é alto, entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,3 bilhão, mas contratos de longo prazo asseguram estabilidade de receita. Mussa ressalta o potencial de eletrificação das usinas e a possibilidade de licenciar a tecnologia, criando novas fontes de receita sustentável.
Desafios dos Carros Elétricos: Apesar do avanço dos carros elétricos, Mussa destaca que os veículos movidos a hidrogênio são mais eficientes, com o etanol desempenhando um papel relevante devido à dificuldade de transportar hidrogênio. A Raízen estuda parcerias para transformar etanol em hidrogênio nos postos de combustíveis.
Fonte: voce s.a.




