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A alta recente do petróleo – em meio às novas sanções dos Estados Unidos contra a Rússia – e o avanço do dólar – acima dos R$ 6 -, têm levado o mercado a se questionar sobre a atuação da Petrobras (PETR3; PETR4) no mercado de combustíveis, uma vez que a defasagem dos preços praticados nacionalmente na comparação com os internacionais subiu.
Os preços do diesel e da gasolina da Petrobras estão atualmente 17% e 10% abaixo da paridade internacional, respectivamente, causando preocupações entre os investidores sobre o impacto nos resultados da petroleira e a possibilidade de ajustes nos preços dos combustíveis no curto prazo. Contudo, analistas de mercado veem essas preocupações como exageradas.
Isso também se traduz em margens de refino mais fracas para ambos os produtos (que representam cerca de 60% da produção de refino). Se as margens de refino permanecerem nos níveis atuais durante o trimestre (diesel em cerca de US$ 11 o barril e gasolina em cerca de -US$ 2 o barril), estima que isso criaria um risco negativo de cerca de 7% no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado consolidado esperado para o 1º trimestre, mantendo tudo o mais constante.
Fonte: infomoney




