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A Rumo pretende ampliar em 32% a capacidade de transporte de biocombustíveis.
Com isso, a Rumo expandirá a logística de cargas de combustíveis, chegando à capacidade de transportar 928 milhões de litros anuais principalmente de etanol de milho produzido na região Centro-Oeste do País. O montante é 32% acima do transportado pela empresa em 2024.
Em tempo: a companhia de logística está listada no Novo Mercado da B3 e a Cosan tem 20,33% do seu controle.
A empresa irá adquirir seis locomotivas híbridas e pelo menos 160 vagões-tanque.
Para tanto, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 350 milhões, com recursos do Fundo Clima, para a Rumo fazer o investimento, conforme a Agência BNDES de Notícias.
As locomotivas híbridas são equipamentos ferroviários que combinam dois sistemas de tração primários — um motor a combustão interna (como diesel) e um motor elétrico alimentado por baterias ou geradores —, permitindo diferentes modos de operação com maior eficiência energética.
Nesse arranjo, o motor de combustão pode atuar apenas em regimes ótimos para gerar eletricidade ou fornecer tração direta.
Isso enquanto o sistema elétrico complementa a potência, reduz picos de consumo e armazena energia recuperada por frenagem regenerativa, garantindo que ambos os sistemas contribuam ativamente para o deslocamento.
“Com a tecnologia híbrida e a substituição do modal de transporte rodoviário para o ferroviário, o projeto estima a redução de 62,3 mil toneladas de CO2 por ano. O transporte rodoviário é oito vezes mais emissor de CO2 por tonelada-quilômetro útil (TKU)”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.
Fonte: Jornal Cana




