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Combustíveis fósseis: o fim não está à vista

Foto: Reprodução da Internet

Uma das principais referências dos batedores de bumbo da “descarbonização” da economia mundial é a Agência Internacional de Energia (AIE), que, nas últimas décadas, passou a integrar a linha de frente da mal denominada transição energética, com seus prognósticos negativos sobre uma iminente queda da demanda por petróleo, gás natural e carvão mineral.

Em seu relatório mais recente, Oil 2025: Analysis and Forecast to 2030 (Petróleo 2025: análise e prognóstico até 2030), a agência afirma que, com base nas atuais políticas e tendências de mercado, a demanda mundial por petróleo aumentará até o final da década, atingindo um pico de 105,5 milhões de barris/dia, decaindo a partir daí. Os motivos: “crescimento econômico abaixo das tendências, vergado sob o peso de tensões comerciais e desequilíbrios fiscais globais e pela acelerada substituição do petróleo nos setores de transporte e geração de energia”.

Sem surpresa, no sítio da Climainfo, uma das mais ativas ONGs brasileiras integrantes da “indústria do clima”, encontramos esta justificativa para que o Brasil deixe de expandir a exploração de seu potencial de hidrocarbonetos, principalmente na Margem Equatorial Brasileira:

Fonte: google
Nélio Wanderley

Nélio Wanderley

CEO da Posto Seguro Brasil e sócio da Nortear Energy empresas de Consultoria e de Assessoria ao mercado de combustíveis Graduado em Administração e Gestão Comercial, Pós-graduado em Marketing, Pós-graduando em Gestão Pessoas e Comportamento Organizacional. Experiência profissional de mais de 30 anos na área Comercial, Gestão de Novos negócios (desenvolvimento de carteiras nas Distribuidoras de Petróleo), Gestão de Projetos, Gestão de Lubrificantes e Gestão de Rede de Postos, com carreira desenvolvida em empresas como: Atlantic, Ipiranga e Ale.

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