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A Petrobras já disse que não pretende reajustar os preços dos combustíveis, mesmo com a defasagem apontada entre os preços internacionais e os das refinarias. Cálculos de analistas do Santander estimam ser necessário reajuste de 7% a 8% da estatal para reequilibrar os níveis históricos de margens. No entanto, o consumidor pode pagar mais caro para encher o tanque em 2025, mesmo sem que a empresa anuncie novos valores.
Fonte: gazetadopovo




