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Ainda sem revelar muitos detalhes sobre o Dolphin G híbrido, a BYD confirmou apenas que ele utilizará o mesmo conjunto mecânico do Yuan Pro DM-i. Ou seja, o já conhecido motor 1.5 quatro cilindros aspirado combinado a um motor elétrico responsável por impulsionar as rodas dianteiras. No Brasil, esse sistema já está em processo de adaptação para funcionar com etanol, algo que pode favorecer a chegada do hatch ao mercado nacional. BYD Dolphin G promete mais de 1.000 km de autonomia Tal qual outros modelos equipados com esse sistema híbrido, como Song Pro, King e o antigo Song Plus, a promessa é superar os 1.000 km de autonomia. Considerando que o Dolphin G híbrido é menor e mais leve do que outros modelos DM-i da marca, existem duas possibilidades.
Fonte: autopapo




