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Empresas produtoras de biocombustíveis deverão movimentar cerca de R$ 1 trilhão no setor entre 2025 e 2034, de acordo com nota técnica da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. O número considera a estimativa de investimentos (R$ 99,8 bilhões) e de custos operacionais (R$ 924,4 bilhões).
De acordo com o levantamento, a produção de etanol concentrará quase 60% dos investimentos previstos para o período, com R$ 62,1 bilhões, dos quais R$ 3 bilhões são para transporte do biocombustível. A estimativa inclui a construção de novas usinas, a modernização de plantas existentes e a formação de canaviais.
Somente para o etanol de cana de primeira geração, a previsão de investimentos em capacidade industrial é de R$ 5,4 bilhões, dos quais cerca de R$ 3,9 bilhões referem-se às expansões e o restante corresponde à construção de duas novas unidades (greenfields).
Os investimentos mais significativos no período, porém, são para a produção de etanol de milho (R$ 17 bilhões) e etanol de cana de segunda geração (R$ 14,4 bilhões).




