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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, revelou um plano ambicioso para fortalecer a indústria de petróleo e gás do país, mesmo após os Estados Unidos restabelecerem sanções ao setor venezuelano. Em meio a esse cenário desafiador, Maduro anunciou durante uma reunião com trabalhadores da Petróleos de Venezuela (PDVSA), empresa estatal, a assinatura de contratos com 20 investidores estrangeiros.
Esses investidores, todos internacionais, demonstraram interesse em participar da exploração de petróleo e gás na Venezuela. O presidente destacou a importância dessas parcerias para impulsionar o crescimento sustentável da produção de petróleo e gás, ressaltando que o mercado internacional continua demandando os recursos venezuelanos.
A decisão dos Estados Unidos de restabelecer parte das sanções ao setor de petróleo e gás venezuelano levantou preocupações, especialmente após a expiração da licença 44 que permitia diversas petrolíferas norte-americanas operarem na Venezuela. Essa licença também permitia à PDVSA vender seu petróleo nos EUA e utilizar o sistema financeiro americano para transações relacionadas a dívidas.
A não prorrogação da licença 44 foi justificada pelas preocupações dos EUA com questões democráticas na Venezuela, incluindo a desqualificação de candidaturas opositoras nas eleições presidenciais. Esses acontecimentos desencadearam uma série de repercussões no setor petrolífero e nas relações econômicas entre os dois países.
A situação política e econômica da Venezuela continua a gerar incertezas, mas os novos investimentos propostos por Maduro sinalizam uma tentativa de impulsionar o setor de energia do país, mesmo em meio a desafios e tensões geopolíticas
Fonte: cnnbrasil




