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Dados de satélite revelam que o Brasil, anfitrião da COP30 neste ano, está entre os países associados a grandes vazamentos de metano provenientes da indústria de petróleo e gás, apesar dos compromissos internacionais para reduzir emissões desse gás de alto impacto climático.
Segundo informações compartilhadas com o site Climate Home News por plataformas independentes de monitoramento ambiental, como Carbon Mapper e SkyTruth, ao menos três eventos classificados como “superemissores” foram detectados em abril deste ano na bacia de Santos.
O metano é considerado um superpoluente climático por reter cerca de 80 vezes mais calor que o dióxido de carbono em um horizonte de 20 anos. Embora permaneça menos tempo na atmosfera, sua redução é vista por cientistas como uma das formas mais rápidas de desacelerar o aquecimento global no curto prazo.
A primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, voltou a defender a criação de um acordo internacional juridicamente vinculante para o setor de petróleo e gás, diante do que chama de fracasso das das iniciativas voluntárias.
Enquanto isso, imagens captadas do espaço continuam a expor a distância entre os compromissos climáticos assumidos em conferências internacionais e a realidade das emissões na infraestrutura fóssil global.
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