Foto: Reprodução Cristina Indio do Brasil / Agência Brasil
Grupos ambientalistas protestaram durante o leilão de áreas de exploração de petróleo e gás natural feito pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) nesta quarta-feira (13). Apesar do clima de revolta, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, declarou no evento estar confiante de que o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) deve conceder a licença ambiental para iniciar, já no ano que vem, uma campanha de perfuração de petróleo na bacia da foz do rio Amazonas em águas ultraprofundas localizadas na chamada Margem Equatorial, no Amapá.
A autoridade ambiental rejeitou, em maio deste ano, o primeiro pedido de licença de perfuração feito pela Petrobras para explorar petróleo na região. No entanto, a estatal recorreu da decisão e aguarda a aprovação do licenciamento.
Presente na COP-28, conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) que debate a emergência climática global, o presidente da Petrobras ainda comentou o acordo final do colegiado, que tinha a expectativa de aprovar a eliminação gradual dos combustíveis fósseis na matriz energética. Na avaliação de Prates, a discussão foi conduzida de modo injusto para as economias emergentes, que começaram a explorar petróleo mais recentemente. Em 2024, a COP-29 vai acontecer no Azerbaijão e em 2025 a conferência será realizada no Brasil, em Belém, capital do Pará.





