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Na Argetina, a corrida em busca de xisto colocou o país prestes a ultrapassar a rival regional Colômbia como um dos três maiores produtores de petróleo bruto da América do Sul.
A atividade de perfuração vem crescendo em ritmo acelerado na região de Vaca Muerta, na Argentina, graças, em grande parte, às políticas do governo Javier Milei, que é favorável aos negócios. O petróleo de xisto responde atualmente por cerca de 60% do petróleo bruto argentino e colocou o país no caminho certo para atingir níveis de produção nunca vistos em mais de 20 anos, segundo dados da Administração de Informações sobre Energia dos EUA.
Espera-se que os perfuradores levem mais sondas para Vaca Muerta no próximo ano. Planos ambiciosos de infraestrutura também estão ganhando impulso, pois as reformas de Milei dão às empresas a oportunidade de atrair financiamento internacional para oleodutos e portos.
Enquanto isso, na Colômbia, as reservas de gás natural são metade do que eram há uma década e as reservas de petróleo bruto estagnaram, pois o presidente Gustavo Petro evitou a exploração de petróleo em favor da redução das emissões de gases de efeito estufa.




