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O presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Ricardo Alban, disse que a população inteira perde com uma alíquota do IVA (Imposto sobre Valor Agregado) de 27%, como disse que ficaria o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em novembro. Afirmou que 22% seria o desejável, mas que será difícil atingir o nível.
Ele concedeu entrevista nesta quintya-feira (14) para tratar das projeções da CNI para os principais indicadores macroeconômicos em 2024. A entidade estima crescimento de 1,7% no PIB (Produto Interno Bruto) em 2023.
O presidente da CNI disse que “a política tem a sua lógica” e que a cultura do Brasil precisa ser corrigida. “Nós fizemos não só na 1ª etapa da Câmara algumas exceções que foram criadas, obviamente o Senado sofreu novas pressões […] para exceções. Só que isso é mais do que o equívoco […] Não faz sentido numa lógica econômica”, defendeu.
“De grão em grão vai agregando e o custo final pode ser algo que pode nos preocupar. Essa agregação de concessões nos preocupam dessa taxa poder chegar a 27% ou mais de 27%. E nós entendemos que deveria ficar algo em torno de 22% ou 21%”, disse.




