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A autorização da sétima plataforma em Búzios confirma a centralidade do petróleo brasileiro na matriz energética nacional e destaca a relevância histórica e estratégica do maior campo em águas profundas do mundo.
O setor de petróleo no Brasil ganhou um novo marco nesta semana. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis autorizou o início das operações da sétima plataforma de produção no campo de Búzios, localizado na Bacia de Santos. A decisão reforça o papel do campo como principal ativo da produção de petróleo nacional.
A autorização foi concedida no sábado, dia 20. Com isso, o campo amplia sua capacidade operacional e consolida sua posição como o maior produtor de petróleo do país. Ao mesmo tempo, o movimento reforça a importância do pré-sal para a estratégia energética brasileira.
Mesmo em um cenário global de transição energética, o petróleo segue ocupando posição central na economia nacional. Por isso, decisões envolvendo grandes campos produtores continuam a atrair atenção de investidores, governos e analistas do setor.
Para compreender a dimensão da autorização, é necessário olhar para a história do campo de Búzios. O campo foi descoberto em 2010, durante a fase de expansão das pesquisas no pré-sal. Desde então, tornou-se símbolo do potencial petrolífero brasileiro.
Localizado a cerca de 180 quilômetros da costa, em águas profundas da Bacia de Santos, Búzios apresenta características geológicas singulares. Segundo dados técnicos divulgados pelo governo federal, a espessura do reservatório equivale à altura do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro.
Fonte: click petróleo e gás




