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Entre os fatores que ajudaram o IBOV, está o índice de inflação nos Estados Unidos, que veio melhor do que o esperado. Isso alimenta a esperança de um corte de juros no país.
O Brasil também ajudou. A ata do Copom, divulgada mais cedo, reforçou a expectativa de que os juros só vão subir se o cenário se deteriorar. Por outro lado, é esperado que haja manutenção do patamar mais alto por mais tempo.
Atualmente em 14,75%, a maior taxa em duas décadas, economistas chegaram a prever uma taxa de até 17% no pico do estresse no final do ano passado.
Segundo Matheus Amaral, especialista em renda variável no Inter, o cenário ainda é favorável para a bolsa brasileira. Ele cita três gatilhos:
Primeiro, porque ela segue negociando com um desconto relevante em relação aos seus pares internacionais;
Segundo, há uma expectativa crescente de corte na taxa de juros — “ainda é cedo para dizer, mas a curva já vem precificando queda nos juros”;
No cenário externo, há sinais de alívio nas tensões comerciais, especialmente com a redução de tarifas entre EUA e China.




