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Enquanto o mundo busca soluções para reduzir a poluição no transporte coletivo, o gás natural desponta como uma alternativa viável, contrastando com sua subutilização no Brasil. A recente seleção da Iveco Bus para fornecer 100 ônibus movidos a gás natural comprimido para Atenas, Grécia, destaca a crescente aceitação global dessa tecnologia.
Os novos ônibus URBANWAY CNG não só prometem capacidade para 144 passageiros, mas também podem operar com biometano, uma fonte renovável de energia. Sua conformidade com as normas de segurança europeias ressalta o compromisso com o bem-estar dos passageiros e o respeito ao meio ambiente.
No contexto brasileiro, apesar de demonstrações promissoras de redução de custos operacionais e emissões de poluentes, como evidenciado nos testes da Scania no Paraná, o país ainda reluta em abraçar plenamente o potencial do gás natural como uma alternativa de transição. Enquanto a tendência global aponta para a eletrificação, o Brasil enfrenta desafios estruturais e regulatórios que limitam a expansão do gás natural no transporte público.
A história do uso de gás natural em São Paulo ilustra os altos e baixos dessa jornada, desde os testes pioneiros nos anos 1980 até as tentativas recentes de reintrodução. Questões como infraestrutura de abastecimento, tecnologia de motores e políticas públicas desempenham papéis cruciais nesse cenário em constante evolução.







Apesar dos desafios, avanços tecnológicos e iniciativas inovadoras estão pavimentando o caminho para uma maior adoção do gás natural no transporte urbano brasileiro. Com uma abordagem holística e colaborativa, o setor está se preparando para uma transição sustentável rumo a uma mobilidade mais limpa e eficiente.
Fonte: Diario do Transporte




