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acusou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, de tentar interferir na principal petrolífera brasileira, embora negue que seja a mando do presidente Lula (PT). O ex-senador também afirmou que o principal inimigo do governo é o próprio governo, e que considera deixar a sigla antes das próximas eleições, em 2026
‘Silveira quer mostrar poder sobre a Petrobras’
Prates foi demitido da chefia da estatal em maio de 2024, após um longo processo de fritura. Quase seis meses após o início da especulação sobre sua eventual saída, Prates caiu atirando. Em uma carta de despedida a subordinados, ele atribuiu a demissão a Silveira e Rui Costa (Casa Civil), que teriam se “regozijado” com sua demissão precoce
Silveira vaza informações, faz críticas em público para mostrar que tem poder sobre a Petrobras. Lula nunca tentou interferir na Petrobras; no máximo uma reclamação, um muxoxo. Mas ele reconhece a governança. Agora, o que está acontecendo [com Alexandre Silveira] é uma tentativa descarada de intervenção estatal
‘Decisão de explorar ou não petróleo na margem equatorial deveria ser de Lula’
Para Prates, a Petrobras está “fazendo sua parte” ao insistir na exploração de um ponto na costa do Amapá. O licenciamento ambiental de um bloco específico, próximo à foz do rio Amazonas, se arrasta há anos e deve ter uma decisão ainda neste mês, já que o aluguel da sonda perfuradora vence no segundo semestre.
Há três possíveis saídas: a permissão, em que o governo dirá que há interesse do Estado brasileiro em saber se existe petróleo naquela área; a recusa daquele ponto específico; o que significa que vai ser sempre essa luta para cada um dos locais do bloco. Ou a apresentação de estudos para tornar aquela uma área de exclusão total (de exploração de petróleo).
Fonte: uol




