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Trump ameaçou ontem, em uma entrevista, tomar “medidas duras” se o Irã enforcar pessoas detidas durante a onda de protestos no país. Antes, em uma postagem nas redes sociais, ele instou aos iranianos que tomem as instituições. Ele também afirmou que a ajuda americana estava a caminho, sem dar detalhes.
Mais cedo, três diplomatas disseram à Reuters que parte dos funcionários da base aérea de Al-Udeid, no Catar, a maior dos EUA no Oriente Médio, foram orientados a deixar o local até o final da noite de hoje, em meio aos alertas de que Trump poderá intervir no Irã.
“Trata-se de uma mudança de postura, não de uma evacuação ordenada”, disse à Reuters um dos diplomatas, que acrescentou não ter conhecimento de que tenha sido apresentada uma razão para a alteração.
A retirada de funcionários de bases militares é comum em momentos como a atual crise com o Irã. Ontem, o Departamento de Estado dos EUA também instou cidadãos americanos a deixarem o país por causa das tensões entre Washingon e Teerã.
Questionado sobre o tema, o governo do Catar afirmou que “medidas de precaução” foram tomadas na base de Al-Udeid, incluindo a reitrada de parte dos trabalhadores que atuam no local, devido ao aumento das tensões regionais.
“O Catar continua a implementar todas as medidas necessárias para salvaguardar a segurança e a proteção de seus cidadãos e residentes como prioridade máxima, incluindo ações relacionadas à proteção de infraestrutura crítica e de instalações militares”, afirmou o Escritório de Mídia Internacional do país em uma postagem no Twitter.
Fonte: Fenomeno valor




