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Combustível sintético: Porquê custa 3,46 o litro?

Foto: Reprodução da Internet

Dióxido de carbono e hidrogênio verde para criar gasolina
Antes de listar as fábricas em todo o mundo que sintetizam “e-fuels” (também chamados de efuel, eletrofuel, combustível sintético, synfuel ou eletrofuels), lembremos que eles são obtidos pela combinação de dióxido de carbono (CO2) retirado do ar ou como subproduto de plantas industriais e hidrogênio verde obtido por eletrólise da água usando eletricidade de fontes renováveis.

O objetivo desse setor emergente de combustíveis sintéticos é alimentar um motor de combustão com um líquido ou gás, seja o motor a gasolina ou diesel de um carro, caminhão ou navio, ou a turbina de uma aeronave. Dessa forma, a neutralidade de carbono do transporte pode ser alcançada (em teoria) porque o CO2 emitido por esses meios de transporte é igual ao capturado na fase de produção do combustível sintético.

A única gasolina sintética que pode ser comprada atualmente por pessoas físicas e é a gasolina Zero Syn95 de 95 octanas da Zero Petroleum, que custa 2.841 euros (R$ 17,1 mil) por litro em um latão especial, oferecido como edição de colecionador, ou 56,8 euros (R$ 346) por litro em galão da série Premiere Edition, menos valiosa, a ser entregue a partir de 2025.

Fonte: uol
Nélio Wanderley

Nélio Wanderley

CEO da Posto Seguro Brasil e sócio da Nortear Energy empresas de Consultoria e de Assessoria ao mercado de combustíveis Graduado em Administração e Gestão Comercial, Pós-graduado em Marketing, Pós-graduando em Gestão Pessoas e Comportamento Organizacional. Experiência profissional de mais de 30 anos na área Comercial, Gestão de Novos negócios (desenvolvimento de carteiras nas Distribuidoras de Petróleo), Gestão de Projetos, Gestão de Lubrificantes e Gestão de Rede de Postos, com carreira desenvolvida em empresas como: Atlantic, Ipiranga e Ale.

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