Foto: Reprodução da Internet
Na contramão de países europeus e asiáticos, no Brasil são os carros híbridos que vêm moldando a eletrificação nacional. O movimento tem a influência da alta produção de etanol no país. E tem atraído a atenção e até pautado estratégia das montadoras – tanto das que já vendem veículos aqui como das que vão começar a produzir conteúdo local.
Para Cássio Pagliarini, diretor de marketing da Bright Consulting, o motor híbrido rodando com etanol gera quase a mesma quantidade de CO2 que um veículo elétrico movido a baterias operando na Europa, que tem uma matriz energética “suja” (muito combustível fóssil). Segundo ele, os veículos híbridos rodando a etanol se utilizam da infraestrutura de abastecimento existente e o CO2 gerado na queima é regenerado na fotossíntese.
Fonte: gazetadopovo




